O golo que fez toda a diferença foi conseguido num pontapé acrobático do avançado angolano, na área pacense, após centro da direita do suplente Patacas, e permitiu aos insulares isolarem-se provisoriamente no terceiro lugar.

Deste jogo cinzento sobram igualmente alguns lances polémicos na área do Paços de Ferreira, sobretudo aos 26 e 40 minutos, por pretensas faltas de Pedro Queirós e Filipe Anunciação, mas não sancionadas por Olegário Benquerença.

A primeira parte não deixou saudades e teve poucos momentos de interesse. Com as equipas encaixadas, escassearam as oportunidades de golo e as que existiram não foram convertidas.

O Nacional acabou por ser mais perdulário: Mateus, aos 26 minutos, no momento seguinte a ter sido, aparentemente, derrubado na área por Pedro Queirós, surgiu isolado, mas Cássio defendeu, num lance que se repetiu aos 38, com Danielson e Diego Barcelos a falharem o golo.

O Paços de Ferreira, com os laterais “amarrados”, sentia dificuldades em fazer chegar a bola jogável ao ataque e o melhor que conseguiu foi uma bola no ferro, aos 38 minutos, num cabeceamento de Mário Rondon, que já enviara uma bola ao travessão, e na recarga o remate de Leonel Olímpio foi travado por um defesa do Nacional.

O jogo não sofreu grandes alterações no segundo tempo, repetindo-se o desperdício nos dois ataques, em especial quando Edgar Costa, aos 57 minutos, beneficiou de um desentendimento entre Pedro Queirós e Cássio e, de baliza aberta, acertou no poste.

Nos locais, Rondon (70 minutos) e o suplente Nélson Oliveira (73) também podiam ter chegado ao golo, no melhor período da formação pacense, que esteve, porém, muito longe do fulgor já apresentado esta temporada.

Com esta derrota, a primeira no seu reduto e a segunda consecutiva para a Liga, o Paços de Ferreira mantém 11 pontos e arrisca-se a cair na tabela classificativa, enquanto o Nacional passou a somar 16.

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