A semana ficou marcada pela Operação Fora de Jogo, que levou o Ministério Público a constituir 47 arguidos por suspeitas de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais, depois de uma operação de buscas que visou clubes, dirigentes, futebolistas, empresários e advogados.

No entanto, revela o jornal Expresso, a Autoridade Tributária suspeita que muitos documentos que seriam relevantes para este processo tenham sido destruídos nas últimas semanas por parte de alguns dos visados nas buscas.

A publicação adianta que a Autoridade Tributária manifestou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a sua insatisfação pela violação do segredo de justiça dos processos que motivaram esta operação, depois de a revista “Sábado” ter revelado que as investigações ao futebol estavam “a chegar à fase decisiva”.

Entre os 47 arguidos na Operação Fora de Jogo estão futebolistas, agentes ou intermediários, advogados e dirigentes desportivos.

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