Declarações de Paulo Sérgio, treinador do Portimonense, à Sport TV, após o empate (1-1) com o Paços de Ferreira, no Estádio do Portimonense, da 1.ª jornada da Primeira Liga.

"A primeira parte foi muito equilibrada, com bolas paradas perigosas nas duas balizas. O Paços foi mais sereno quando tinha a bola, menos precipitado, e nós tivemos muita ânsia de ganhar o jogo, com muita precipitação."

"Fomos uma equipa desequilibrada, em função da opção por Lucas Possignolo [central adaptado à posição de lateral-direito] face a uma lesão do Koki Anzai no treino de ontem. Tiro-lhe o chapéu, não foi por ele, mas não é um jogador que nos dê profundidade e fomos sempre uma equipa coxa, manca, nesse aspeto, o que dificultou as nossas dinâmicas pelo corredor direito."

"Nós arriscámos logo ao intervalo, mas antes de sofrermos o golo já tinha mandado o Aylton Boa Morte e o Beto para aquecimento. Já era uma decisão tomada, não aconteceu após o golo. Com essas mexidas, criámos uma sensação, ou ilusão, de nos pormos ‘por cima' no jogo, mas não foi uma coisa muito bem conseguida no plano estético."

[Sobre a grande penalidade revertida pelo árbitro] "Nunca vou desculpar-me e já fiz a crítica que tinha de fazer à minha equipa, mas há decisões que tenho de contestar. Um antebraço ao longo do corpo com uma mão que toca a bola aumenta a volumetria. Não posso concordar com a decisão da arbitragem. É um jovem árbitro com grande potencial, a quem desejo um futuro brilhante, mas discordo da decisão."

"Também houve entrega e querer deixar tudo lá dentro, com muita gente que hoje se estreou na equipa e que, no ano passado, tinha minutos nos sub-23. É um trabalho de continuidade que tem dores de crescimento. Temos tudo para crescer com melhor adaptação e jogar futebol a respirar. Em muitos momentos, fomos sôfregos e precipitados."

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