"Assumo a minha quota-parte da responsabilidade na contratação de Rogério Gonçalves, mas estava convencido de que ele tinha todas as qualidades para substituir um técnico com as características de Domingos Paciência. Se fosse em Maio, voltaria a fazê-lo", reiterou o dirigente, durante o período de informações aos sócios na Assembleia Geral de sábado à noite.

O dirigente desviou ainda o facto de a demissão do vice-presidente para o futebol profissional, Jorge Alexandre, ter sido por causa do assunto anterior, acrescentando que o mesmo poderia ter outras razões para o fazer.

Além deste assunto, o dirigente máximo da "Briosa" admitiu que as assistências este ano baixaram entre 20 a 25 por cento em relação à época anterior, mas assegurou que o clube tem um produto para fidelizar os estudantes à causa "académica".

Finalmente, em relação à vinda do extremo João Ribeiro por empréstimo de um clube cipriota e o consequente recurso da Naval, o dirigente foi peremptório: "o que a Naval vai fazer não é problema nosso", concluiu.

Sem resposta ficou o ex-presidente da Associação Académica de Coimbra, André Oliveira, que denunciou algumas divergências entre a casa-mãe e o organismo autónomo de futebol, em particular quanto ao incumprimento no pagamento de verbas do segundo para com a primeira, como foi acordado em 2006.

"Não queríamos voltar a 2006 com a intervenção do Magnífico Reitor. Desejo tão-somente que haja entendimento entre as duas partes", salientou o ex-dirigente.

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