O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, pediu esta terça-feira tempo para que a introdução do videoárbitro (VAR) na I Liga decorra de forma positiva, considerando que eram expectáveis algumas dificuldades iniciais.

“Todos nós sabíamos que quando esta tecnologia foi equacionada e foi pensada teríamos de passar por todas estas fases. Há a fase da implementação, fases em que todos nós temos de refletir que há uma nova realidade. Uma nova realidade que permite às equipas de arbitragem aferir aquilo que se vai passando dentro do terreno de jogo de uma forma diferente. Portanto temos de dar tempo para que as coisas corram de forma positiva”, disse.

À margem duma apresentação na Web Summit, em Lisboa, Pedro Proença lembrou que, “como com todos os sistemas novos e recentes, há sempre uma margem de progressão para melhorar aquilo que é uma introdução de uma nova tecnologia”.

“Tudo o que se está a passar era expectável, era natural que acontecesse. A introdução do videoárbitro tem de ser elogiado por todos. Somos das cinco ligas profissionais que temos este meio tecnológico. Temos de começar a falar de coisas positivas, de uma vez por todas”, afirmou.

Pedro Proença recordou ainda que, “quer a disciplina, quer a arbitragem, estão desde 2012 na Federação Portuguesa de Futebol” e que a Liga respeita “a separação de poderes”.

“É assim que vamos continuar a atuar. Essas questões [sobre o VAR] têm de ser colocadas ao presidente do Conselho de Arbitragem e as questões da disciplina têm de ser apresentadas ao presidente do Conselho de Disciplina”, referiu.

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