A SAD da União de Leiria pediu hoje a demissão do presidente da Leirisport, que gere o Estádio de Leiria, depois do “ultimato” feito na terça-feira pela empresa municipal por incumprimento do acordo de utilização da infra-estrutura.

A empresa municipal responsável pelo Estádio de Leiria deu um prazo de oito dias à SAD leiriense para pagar uma dívida de 140 mil euros, relativa ao contrato de utilização do estádio nesta época. Na resposta, a União de Leiria exige “a demissão imediata do presidente da Leirisport”, Leonel Pontes.

A Leirisport ameaçou penhorar passes de jogadores e outro património da SAD caso o pagamento não aconteça, admitindo até, em limite, pedir a insolvência da União de Leiria.

Na reacção, a SAD leiriense sugere à Leirisport que obtenha “a declaração judicial da existência da dívida”, considerando que o incumprimento existe, mas da parte do principal accionista da Leirisport, a Câmara Municipal de Leiria.

Em comunicado divulgado hoje, a administração da União de Leiria defende que a autarquia não cumpriu a promessa de “angariar clientes para os camarotes do estádio”, não tendo sido dada “qualquer explicação para tal incumprimento”.

A União de Leiria SAD acusa também a Leirisport de negociar a publicidade para o estádio “por importâncias muito abaixo dos valores de mercado, aproveitando-se manifestamente da sua posição dominante para realizar receitas de uma forma pouco clara”.

A administração da SAD considera que o “ultimato” feito pela Leirisport pretende “iniciar uma campanha de manipulação e intoxicação da opinião pública” com o intuito de “tirar o mérito, diminuir, rebaixar e desmoralizar, na tentativa vã de terminar com a União de Leiria”.

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