Os associados do Gil Vicente aprovaram hoje por esmagadora maioria o relatório de gestão e contas do clube referentes ao último exercício.

Reunidos em Assembleia-Geral, realizada na sala de imprensa do Estádio Cidade de Barcelos, os sócios da coletividade barcelense foram informados pela Direcção de um saldo negativo de 213.135 euros e que o passivo é de 7.182.420 euros.

Foi também informado que o Gil Vicente não tem qualquer dívida ao Estado.

O presidente do Conselho Fiscal enalteceu a capacidade e o rigor do relatório, realizado numa fase de grandes dificuldades económicas, e apelou a um voto de louvor pelo trabalho realizado.

No uso da palavra, o presidente António Fiúza salientou que «tem sido muito difícil gerir o clube, derivado à conjuntura económica», mas mesmo assim, no ano da subida conseguiu-se «reduzir a despesa».

Relativamente ao resultado negativo, o presidente gilista referiu que nele «não estão incluídas as verbas das vendas de Zé Luís e Rodrigo Galo ao Sporting de Braga, uma vez que a transação só foi faturada em Agosto».

«Se não fosse assim, tínhamos apresentado lucro», frisou o líder do clube da Liga principal de futebol.

Quanto ao elevado passivo, António Fiúza salientou que os números são derivados do caso Mateus, que deu um grande prejuízo ao clube.

«Só no primeiro ano após termos sido despromovidos tivemos um prejuízo de dois milhões de euros», acrescentou o presidente.

Apesar de tudo, Fiúza está otimista e referiu que «o Gil Vicente tem condições para crescer», e apelou ao apoio de todos os barcelenses para «tornar o clube ainda maior».

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