Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, assumiu que o clube passa por um momento complicado a nível financeiro e lembrou que a herança da anterior direção é pesada.

«Surpreenderam-me algumas situações que encontrámos no Sporting. Encontrámos contratos com cláusulas de rescisão de meio milhão de euros, pessoas que ganhavam ordenado e quase outro tanto em faturas… Estive quase um mês para perceber quem ganhava o quê e onde», disse Bruno de Carvalho que acusou a anterior direção de pouca seriedade.

«Foram contratadas pessoas a uma semana de tomarmos posse e quando isso aconteceu tivemos seis horas para encontrar os milhões para o clube cumprir as obrigações com a UEFA.»

Quanto à restruturação dos recursos humanos, Bruno de Carvalho sublinhou que o Sporting tem quadros a mais:

«O Sporting tem 750 pessoas na sua estrutura. O ideal seriam cerca de 500. Temos 300 funcionários, com a restruturação saíram 60 pessoas e isso equivale a uma poupança de três milhões anuais», explicou.

O presidente leonino lembrou que quando chegou a Alvalade «não havia dinheiro para ordenados e havia dois meses de salários em atraso» e deixou nas mãos dos sócios e na Assembleia Geral o futuro do Sporting, recusando a ideia de que a alternativa à restruturação financeira é o caos. A terminar disse qual o seu objetivo quando deixar Alvalade.

«Quero quando sair do Sporting estar orgulhoso daquilo que fiz», concluiu.

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