O triunfo da equipa algarvia chegou no final do jogo, mas trouxe justiça ao que a partida mostrou, com a equipa da casa a criar mais perigo ao longo do encontro, aproveitando também o facto de, a partir dos 64 minutos, ter jogado em superioridade numérica, por expulsão de Felipe Lopes.

O Olhanense ultrapassou o Vitória de Setúbal e chegou ao 15.º posto, com 17 pontos, fugindo momentaneamente aos lugares perigosos, enquanto o Nacional somou a quarta derrota consecutiva e mantém-se em sexto, com 24.

O conjunto orientado por Jorge Costa entrou a pressionar e em três minutos já contabilizava dois remates por cima, entrando-se depois na habitual fase de estudo.

Após um período de equilíbrio, a partir dos 15 minutos a equipa da casa, com maior posse de bola, esteve sempre “em cima” do adversário até ao intervalo, conduzindo a maior parte das suas acções ofensivas pelo flanco direito.

Castro, com dois remates ao lado (20 e 29 minutos), Djalmir, com um cabeceamento para fora (35), e Ukra, num livre directo que passou bem perto do poste (41), criaram as principais ocasiões, embora sem colocar Bracalli à prova.

O Nacional, obrigado a jogar em contra-ataque devido ao ascendente algarvio, conseguiu ainda assim criar duas boas oportunidades, com Edgar Silva (18 minutos) e o reforço de inverno Pedro Oldoni (24) a cabecearem ao lado.

Após o intervalo, os madeirenses surgiram com uma atitude mais ofensiva, mas às tentativas de cabeça de Pedro Oldoni (48) e Halliche (52) faltou melhor direcção.

O Olhanense reagiu, mas estava a sentir muitas dificuldades em criar perigo até que, aos 64 minutos, o central Felipe Lopes travou em falta um isolado Yazalde e foi expulso.

Motivado pela inferioridade numérica do Nacional, o Olhanense voltou a “pegar” no jogo, empurrando o adversário para o seu meio-campo até final do jogo.
Yazalde cabeceou por cima, aos 74 minutos, e, seis minutos depois, os algarvios uma eventual grande penalidade, por mão de Tomasevic na grande área (80).

Na pressão final, no minuto 90, na sequência do primeiro canto conquistado na segunda parte, a bola sobrou para Rui Duarte, que na direita centrou para o cabeceamento certeiro de Toy.

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