“O equilíbrio foi a nota dominante do jogo, em que as acções das defesas sobrepuseram-se sempre ao jogo ofensivo do adversário. O espectáculo não saiu beneficiado e Rafael e Peçanha praticamente não tiveram trabalho”, disse Manuel Machado.

De acordo com o técnico do Nacional, a sua equipa teve “ascendente na partida até ao golo do Marítimo” e, depois, soube “reagir na segunda parte”.

“Na segunda parte, tirámos dois médios defensivos (Cléber e Salino) para as entradas de dois médios mais ofensivos (Pecnik e Edgar Costa) e, depois, metemos mais um avançado (Edgar Silva) para o lugar de um defesa (Patacas)”, lembrou.

Manuel Machado assumiu o risco e, por isso, diz não ter ficado totalmente satisfeito: “O resultado é justo, mas penso que poderíamos ter conseguido algo mais, dado o risco que corri nestas alterações”.

Por seu lado, o holandês Mitchell van der Gaag disse que o “resultado final aceita-se”, lembrando, porém, que na primeira parte a sua equipa “teve várias oportunidades para marcar mais golos”.

Na segunda parte, “o Nacional logicamente reagiu, mas, mesmo assim, o Marítimo teve mais uma ou duas oportunidades de golo, sofrendo o golo do empate num lance de bola parada e quando Peçanha não tinha feito qualquer defesa”, lamentou.

O treinador desdramatizou este resultado, face às aspirações “europeias” da equipa, afirmando mesmo que “este foi um jogo do campeonato da Madeira”.

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