Carlos Brito foi hoje apresentado como treinador do Penafiel, sucedendo a Rui Quinta, e reconheceu que a tarefa de manter o clube na I Liga de futebol é difícil, mas não impossível.

"Se fosse impossível era preferível não ter vindo. Tenho consciência que temos pela frente uma tarefa complicada mas isso também faz parte da vida. Agradeço ao Penafiel a oportunidade que me deu para voltar. É sinal que acredita em mim. Para quem esteve dois anos e meio sem treinar seria mais fácil não vir, mas estou aqui com vontade e saudade", afirmou o novo técnico, que assinou contrato até ao final da época.

Carlos Brito, de 51 anos, está sem treinar há dois anos e meio, altura em que deixou o Rio Ave, tem mais de 350 jogos na Liga e assume agora o comando do Penafiel, que ocupa o último lugar do campeonato.

Até ao final do campeonato o Penafiel ainda vai jogar ao Dragão e à Luz, mas isso não parece preocupar Carlos Brito.

"Vamos pensar jogo a jogo. Não é um dois em um como o champô. No pior cenário, gostaria de chegar à última jornada a lutar pela permanência", admitiu ainda.

Carlos Brito será assistido por Lúcio Pereira, Nuno Amieira e Gustavo Cerqueira.

O Penafiel desloca-se este sábado a Lisboa para defrontar o Estoril-Praia no jogo que marcará a estreia da nova equipa técnica.

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