Tribunal de Faro deliberou que o Farense terá de devolver 300 mil euros, acrescidos de juros, valor de um empréstimo feito em 2004 pelo Ginásio Clube Naval de Faro, disse hoje à Lusa o advogado do segundo clube.

O advogado Pereira da Silva contou ainda que o Farense foi considerado litigante de má-fé por ter negado a dívida contraída em 2004, numa altura em que atravessava dificuldades financeiras.

Uma dívida que, segundo o representante do Naval de Faro, sempre constou nos balanços contabilísticos do Farense e que foi levada a tribunal passados dez anos sem ser saldada.

A agência Lusa contactou o presidente do Farense, António Barão, que se escusou a falar sobre o processo alegando que o mesmo está a ser trabalhado pelo departamento jurídico do clube.

A Instância Central Cível de Faro notificou ambas as partes a 03 de julho da sentença que inclui a devolução dos 300 mil euros acrescidos de jutos, o pagamento das custas do processo e ainda o pagamento de uma multa de 10 unidades de conta e uma indeminização do Ginásio Clube Naval de Faro para o pagamento das despesas tidas com o processo.

Pereira da Silva disse que vai requerer a execução da sentença, apesar do Farense ainda ter oportunidade de recorrer da sentença.

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