Os ribatejanos deixaram em campo uma imagem de grande solidez e clarividência perante um adversário que nunca baixou os braços, apesar de impotente para mudar o rumo do jogo. O melhor que os 'leões da serra' conseguiram foi equilibrar o jogo durante a primeira hora, sem, contudo, criar situações de perigo.

Já o Fátima marcou no primeiro canto que conquistou, com João Vilela, de regresso à titularidade, a desviar de cabeça ao primeiro poste.

A segunda parte começou com uma série consecutiva de quatro cantos favoráveis aos locais. Na cobrança do último pontapé de canto, André Carvalhas aproveitou a intensidade do vento para bater directamente para a baliza, surpreendendo a defesa do Sp. Covilhã. Em desvantagem, João Salcedas mexeu na equipa mas sem resultados práticos, já que era o Fátima que, em contra-ataque, ia criando sucessivas situações de golo.

David Simão, Nuno Sousa e João Vilela estiveram perto de ampliar a vantagem, mas seria Marco Matias, na primeira vez em que tocou na bola, a fixar o resultado final, aos 85 minutos.

O Fátima voltou a mostrar que atravessa um bom momento, elevando para três o número de jogos sem perder, o que lhe possibilitou subir alguns lugares na tabela. O Sp. Covilhã não conseguiu disfarçar as lacunas da equipa, aguardando a chegada de reforços para reequilibrar o plantel.

O Fátima segue na sétima posição da II Liga, com 12 pontos, os mesmos somados pelo D. Aves, enquanto o Sp. Covilhã é 12.º da geral, com 10, os mesmo do Penafiel.

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