Com maior sentido coletivo e mais consistente na etapa inicial, a Naval justificava a vantagem alcançada ao minuto 13, mas a expulsão Ricardo Ehle mesmo antes do intervalo dificultou a tarefa no segundo tempo, valendo aos locais a ineficácia da equipa duriense.

Boa entrada dos figueirenses, que logo ao terceiro minuto viram Vítor Golas negar-lhes o golo com boa defesa, em sequência de lance de bola parada cobrado por Hugo Santos.

O golo surgiria passados 10 minutos, da marca de grande penalidade. Michel Simplício evitou Alysson na área de rigor penafidelense e este derrubou o avançado figueirense, cometendo falta para penalti que Bolívia cobrou com competência.

Ainda assim, o Penafiel poderia ter empatado ao minuto 21, contudo, Paulo Oliveira foi displicente.

Em período de compensação da etapa inicial a Naval ficou reduzida a dez unidades por expulsão de Ricardo Ehle, que foi admoestado com cartão vermelho direto por agressão a um adversário.

No reatar da partida Daniel Ramos prescindiu do avançado Roberto lançando Leomar para colmatar a expulsão do Ricardo Ehle, por sua vez Francisco Chaló trocou um avançado, Jesus, por outro, Guedes.

Na etapa complementar inverteram-se os papéis. Os visitantes dominaram em todos os capítulos, fizeram valer a superioridade numérica, todavia falharam totalmente na finalização.

O Penafiel pegou no jogo e submeteu os donos da casa a enorme sufoco, mas sem conseguirem arte e oportunidades para pelo menos chegar ao empate.

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