Contra a municipalização dos dois recintos, o PSD local disse hoje à Agência Lusa não perceber a intenção de Guilherme Pinto e garantiu que a matéria deve ser referendada, por “andar a criar grande controvérsia” no concelho.

“Se não conseguirmos o apoio dos demais partidos em Assembleia Municipal, iremos recolher as cinco mil assinaturas que a lei prevê para se desencadear o mecanismo de referendo local”, disse o presidente da concelhia social- democrata, Pedro da Vinha Costa.

O PSD entende que a compra dos estádios criará um “impacto financeiro grande” na autarquia, num momento “em que a câmara se deve preparar para acorrer a situações dramáticas que hoje já existem e que irão aparecer ao longo do próximo ano”.

Os sociais-democratas de Matosinhos vão mais longe nas críticas, garantem não perceber a intenção da compra destes dois estádios específicos e falam de uma “promiscuidade” entre o “poder político municipal e clubes de futebol”.

“Será que a câmara esta disponível para fazer isto com todos os clubes do concelho? Ou é só para estes? Será que é porque o doutor Dias da Fonseca, ilustre militante do PS e ex-autarca, é presidente do leixões? Ou porque o presidente da SAD do Leixões é o pai do vice-presidente da câmara?”.

O PSD questiona ainda a autarquia de alegados contratos leasing, com “financiamentos negociados através de uma dependência bancária em Vila Nova de Gaia.

“Qual a razão para a câmara de Matosinhos negociar financiamentos com agências bancárias de outros concelhos?”.

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