O guarda-redes Hugo do 1º de Agosto, que esteve em serviço na baliza dos Palancas Negras, sábado, em Kampala, na derrota frente ao Uganda (2-1), foi a melhor unidade do combinado angolano e os dois golos sofridos deixam sem mácula o seu bom momento de forma.

Comentando o jogo que ditou o afastamento de Angola ao mundial do Brasil2014, o professor de educação física e desporto escolar Zeferino Menezes referiu que o guarda-redes “militar” evitou uma possível goleada através de defesas “instintivas” que efetuou num jogo de elevada pressão.

«Hugo está a passar bom momento no campeonato e devia ter sido a boa opção no primeiro jogo. Fez defesas que me surpreenderam. Pena que não foi coroado com uma vitória ou no mínimo um empate, são coisas do futebol», enfatizou, reiterando ter chegado o momento para se repensar o futuro com frieza.

Destacou igualmente, na senda das exibições, o empenho e competência de Bastos, internacional do Petro de Luanda, que soube pôr ordens na sua área de jurisdição formando uma dupla salutar com Fabrício, que, contra a corrente do jogo, foi expulso no declinar do encontro, por acumulação.

Do ponto de vista do comportamento da equipa, Zeferino Menezes afirmou que a Angola perdeu o jogo ao não controlar o meio campo, sobretudo após sofrer o tento do empate, com os jogadores a deixarem os nervos tomar conta de deles.

«Os ugandeses foram felizes e mereciam, porque também correram muito, acreditaram e ganharam. A partir de agora, vamos pensar com calma o futuro, mas todos temos que contribuir», rematou.

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