No editorial que Fernando Gomes assina habitualmente na revista FPF360, uma publicação da autoria da Federação Portuguesa de Futebol, o presidente do organismo critica aqueles que apontam o dedo à arbitragem.

"A frontalidade, a capacidade de estabelecer diálogos, a transparência, a abertura à inovação e a honestidade são, por outro lado, factores de credibilização dos nossos agentes - jogadores, treinadores, árbitros, dirigentes - na arena mundial. A introdução do vídeo-árbitro nas competições profissionais e os já evidentes benefícios desta nova tecnologia de auxílio às decisões dos árbitros não estão a ser, todavia, acompanhados por uma alteração da discussão interna no futebol português. De facto, continuamos a assistir, por parte de alguns dos mais mediáticos protagonistas do nosso futebol, ao lançamento de intoleráveis suspeições e ao acicatar do ódio em relação à arbitragem nacional”, pode ler-se no extenso artigo.

“Se muitos têm trabalhado para melhorar o futebol português, outros, partindo de pressupostos falso ou ignorando factos facilmente comprováveis, não procurando esclarecer ou informar, mais não fazem do que a defesa do interesse próprio ou de facção. Sem sentido estratégico e sem respeito pelos verdadeiros intervenientes da modalidade, prestam um mau serviço ao futebol português. Esforçam-se para que tudo fique na mesma. Ou pior", acrescentou.

"Em vésperas de um duplo confronto face às nossas congéneres de Andorra e Suíça, que poderá garantir ao nosso país o passaporte par ao Mundial'18 da Rússia, será igualmente importante dar nota de alguns princípios identitários que norteiam a nossa atividade das nossas mais de vinte seleções nos grandes palcos internacionais", concluiu.

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