O médio Danilo disse, esta segunda-feira, que «há muita agressividade» nos treinos de Portugal, garantindo que a equipa não sente peso nenhum por ir, 20 anos depois da última conquista lusa, disputar o Mundial de sub-20 de futebol.

«Há muita agressividade, muita disputa pela bola. Nota-se que todos querem ser titulares e estão prontos para começar a jogar de início», afirmou.

Questionado sobre o facto de ir disputar o Mundial 20 anos depois da conquista do ceptro por Portugal em 1991, o médio do Aris de Salónica diz que “não tem peso nenhum” sobre os jogadores.

«São épocas diferentes, gerações diferentes. Penso que vamos para o Mundial para dar o nosso melhor. Penso que não devemos estar preocupados com o facto a geração de 91 ter ganho o Mundial», salientou.

Danilo considerou ainda que, se esta equipa fizer «o mesmo trajecto» da equipa de 1991, vários jogadores “podem chegar a um patamar semelhante” ao alcançado pelos campeões Figo, João Vieira Pinto e Rui Costa.

O treinador da selecção de sub-20, Ilídio Vale, já disse que a equipa lusa não é mais habilidosa do Mundial, tendo Danilo apostado na organização para ultrapassar este factor.

«A nossa primeira arma será a nossa organização. Depois virão os nossos atributos técnicos. Penso que esta selecção tem um lote de jogadores muito técnicos e com isso podemos surpreender muito os nossos adversários», referiu.

Danilo garantiu que a equipa ainda não sente «nenhum tipo de ansiedade», acreditando que “vai continuar assim”, porque a selecção portuguesa tem «jogadores experientes».

Vindo de uma família de futebolistas, Júlio Alves disse que já falou com o pai Washington e os irmãos Geraldo e Bruno Alves sobre o Mundial.

«Sempre que posso falo com eles, dizem para aproveitar a oportunidade, porque pode ser única. Temos de fazer tudo para a aproveitar», sublinhou.

Apesar de ter jogado várias vezes pelo Rio Ave esta temporada, o médio não se considera titular da selecção.

«Tenho de trabalhar como todos e fazer tudo para ter uma oportunidade e para poder jogar. Ninguém está à frente de ninguém e todos têm de trabalhar muito», explicou.

Nascido a 29 de Junho de 1991, na véspera da final do último Mundial ganho por Portugal, Júlio Alves, que é especialista nos jogos de vídeo, quer transpor as vitórias conquistadas de comando na mão para o campo, porque «vencer tem de estar acima de tudo».

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