“Estamos num bom momento de forma, confiantes. Só temos a lamentar a lesão do Hugo Almeida. De resto, verifica-se um início de época muito mais positivo para a nossa equipa. Todos estão a jogar nas suas equipas e têm as situações profissionais definidas. Os aspectos positivos nunca são a mais”, congratulou-se.

Frente à Dinamarca, Portugal deve abandonar o tradicional sistema em “4x3x3”, para usar o “4x4x2” em losango, “um sistema que muitos jogadores estão rotinados nas suas equipas”.

“É uma opção que penso está bem adaptada às características dos jogadores e adequada à situação real que muitos estão a viver nos seus clubes. Temos tempo exíguo de trabalho”, vincou.

Até nesse aspecto, “a chegada do Liedson é mais uma ajuda positiva, numa área do ataque de Portugal, o que torna a equipa mais forte, seguramente”.

Além da provável aposta em Liedson, Queiroz não parece inclinado a fazer muitas alterações na equipa, pois não quer quebrar a “dinâmica e fluidez” de Portugal.

“Só se forem de facto exigências técnicas ou tácticas muito especificas é que me obrigariam a tomar opções diferentes. Equipa está balanceada para jogar bem, com dinâmica defensiva consolidada. Estamos a ganhar, a jogar bom futebol e quando saímos para o ataque estamos bem. Temos um equilíbrio que não tínhamos no início da campanha”, congratulou-se

O seleccionador deseja que Portugal imponha os seus argumentos aos da Dinamarca e Hungria: “Controlar o jogo, estar por cima, com a bola no chão, a tocar, os jogadores em movimentação. Tivemos momentos muito bons com a Suécia e Liechtenstein e não queremos andar para trás”.

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