“Vocês sabem que o Carlos Queiroz é o seleccionador. É evidente que isto tem o meu cunho e que sou eu a trabalhar com os jogadores. Mas não deixo de falar com o Carlos”, garantiu Agostinho Oliveira.

O adjunto de Carlos Queiroz não se escusou a comentar a questão sobre o que irá acontecer durante o jogo de terça-feira com a Noruega, o segundo compromisso de Portugal na fase de qualificação para o Euro2012.

“Mas, vocês viram alguma vez eu a abandonar a área técnica? Viram alguma vez eu a pegar num telefone? O que viram foi um colega meu (preparador físico José Guilherme) a aproximar-se e a falar comigo. Mas, logo de imediato, o desloquei para o banco”, explicou o seleccionador.

De acordo com Agostinho Oliveira, Carlos Queiroz “está na plenitude das suas funções” e, mesmo quando “não está presente”, continua a ser o seleccionador.

“Eu quero paz em torno da equipa. As pessoas que se entendam e façam o que quiserem. Mas nós queremos transmitir que temos paz e que estamos a fazer o nosso melhor”, avançou.

Agostinho Oliveira assumiu também que qualquer decisão sobre o futuro do seleccionador, como por exemplo uma demissão, passa apenas pelo próprio Carlos Queiroz.

Em resposta a algumas perguntas dos jornalistas noruegueses, que hoje falam num “caos” existente na equipa portuguesa, Agostinho Oliveira falou num “grupo maravilhoso”, que vive “tudo, menos num caos”.

A selecção de Portugal defronta a congénere da Noruega terça feira, pelas 20h30 (19h30 em Lisboa), no Estádio Ullevaal, em Oslo.

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