O Sporting reagiu às declarações de Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, que acusa os leões de um "atentado à saúde pública".

"Temos de perceber a irresponsabilidade, a tacanhez e a mesquinhez que é preciso ter para escrever um comunicado desses. O Sporting não está a ser beneficiado nem está a tentar tirar nenhum proveito que não seja um direito seu. O Sporting foi, sim, prejudicado, não podendo utilizar dois jogadores por um erro de um laboratório, laboratório esse que já admitiu o erro", explica Miguel Braga, diretor de comunicação dos leões à Sporting TV.

"O doutor João Pedro Araújo disse, muito bem, que o Sporting tomou medidas adicionais. É com estranheza que, quando recebemos os testes, havia jogadores infetados e sem sintomas. Fomos pedir segundas e terceiras opiniões e não pedimos passados dois e três meses, pedimos no imediato. Os resultados demoram a chegar. Não é preciso o FC Porto ir falar com a DGS ou com a Liga, porque o Sporting já o fez, já deu os elementos a quem de direito", acrescenta.

Por fim, o dirigente leonino deixa um aviso ao rival: "Para além das pressões e ameaças pública... Se não quiserem jogar, muito bem, melhor para nós que estamos na final. Existiu um erro, o laboratório já admitiu esse erro, temos a prova, mas alguém no Norte quer que continuemos a ser prejudicados porque acordou mal disposto. Continuam a incendiar o futebol português, um chorrilho de mentiras, a adotar uma posição irresponsável. O FC Porto quer continuar a insistir na mentira, com um comunicado que é um atentado à inteligência".

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