José Eduardo Simões não escondeu a felicidade por voltar a ver a Académica disputar uma final da Taça de Portugal, a quinta da sua longa história, antecipando agora um «final feliz» para os estudantes.

«As expectativas são que a Académica acabe esta época como começou: bem. Sermos uma família contribuiu para este final feliz, que queremos que seja muito mais feliz ainda. Esta é a quinta final da Académica. É um encontro de gerações, a realização de um sonho», afirmou o presidente da Académica, à margem de um almoço de convívio entre os diversos intervenientes na final desta tarde, em Linda-a-Velha.

O líder da Académica recusou a ideia de que este fosse o jogo mais importante desde que é presidente do clube de Coimbra. «O jogo mais importante é sempre o próximo. Nesse sentido, este é o mais importante, mas não o mais importante desde que sou presidente da Académica», frisou.

Por fim, o dirigente evitou comprometer-se com a continuidade de Pedro Emanuel à frente dos estudantes. «No futebol, garantir para além da próxima hora é difícil. Pedro Emanuel tem contrato, mas essas garantias não se podem dar, tal como com os jogadores. A continuidade não depende deste jogo. A Académica e os clubes portugueses têm de entender que não podem cometer erros e isso significa ter 10 treinadores e 60 jogadores em quatro ou cinco anos», concluiu.

A final da Taça de Portugal entre Sporting e Académica está marcada para este domingo, às 17h00. 

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