Um total de 355 desportistas bielorrussos assinou uma carta aberta em que se pede ao atual Presidente do país, Alexander Lukashenko, a convocação de novas eleições e o fim da repressão policial.

A carta começa com a condenação categórica do que consideram ser uma falsificação das eleições do passado dia 09 de agosto e pede a renúncia da comissão eleitoral central, em linha com o que pretende o conselho coordenador opositor a Lukashenko.

Também pede a libertação dos manifestantes detidos, a reabilitação de todos os presos políticos e o castigo dos polícias envolvidos em abusos e maus tratos aos detidos em protestos pacíficos.

Entre os assinantes, que ameaçam com a possível recusa a representar o país, está Marina Arzamasova, campeã europeia e mundial de 800 metros, entre muitos atletas e treinadores de modalidades olímpicas.

Quem também se mostrou muito crítica da situação atual foi a tenista Victoria Azarenka. Viktor Goncharenko, treinador do CSKA de Moscovo, é outro dos rostos da contestação.

A Bielorrússia está a ser palco de uma onda de protestos contra a reeleição do Presidente, Alexander Lukashenko, que muitos, incluindo a UE, consideram fraudulenta.

O país entrou na terceira semana de protestos populares, na sequência das eleições, que segundo os resultados oficiais reconduziram Alexander Lukashenko, no poder há 26 anos, a um sexto mandato, com 80% dos votos.

A oposição denuncia a eleição como fraudulenta e milhares de bielorrussos saíram às ruas por todo o país para exigir o afastamento de Lukashenko.

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