João Almeida, atual campeão luso da especialidade, foi o melhor representante português, ao terminar a 3.29 minutos do vencedor, na 16.ª posição, enquanto Nelson Oliveira acabou a 3.55, no 21.º lugar.

Em declarações à RTP no final da prova, o ciclista das Caldas da Rainha considerou que talvez tenha começado forte demais.

"Foi muito duro, talvez tenha começado um bocadinho forte demais. Mas foi um contrarrelógio muito duro, um percurso muito duro. Pessoalmente, acho que não estive no meu melhor, mas estou feliz e satisfeito", disse.

Sobre o clima, o ciclista realçou que é igual para todos, apesar de ser "diferente do nosso". Abrindo o foco para toda a sua participação no Jogos, a primeira da sua carreira, João Almeida faz um balanço positivo.

"É um balanço bastante positivo, dei tudo o que tinha, não houve queda e estamos aqui também para aprender", notou.

Sobre o futuro, o ciclista que militava na Deceunick-Quick-Step, afirmou que o mesmo já "já está decidido", mas não abriu mais o jogo.

Na prova de fundo, Almeida tinha sido 13.º classificado, na estreia olímpica, e Oliveira conseguiu o 41.º posto.

Na participação do ciclismo português, falta apenas entrar em ação Maria Martins, numa inédita participação no ciclismo de pista, para o omnium, em 08 de agosto, último de Jogos Olímpicos Tóquio2020.

No ‘cross country’ olímpico, Raquel Queirós foi 27.ª classificada, também em estreia nos Jogos.

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