Sem igual, o andebol feminino reforçou este ano a hegemonia em África, com a conquista de mais um título, elevando para 13 o leque de troféus erguidos desde 1998. Em 20 anos, apenas em três ocasiões o país falhou o "caneco".

A caminhada triunfante das pérolas africanas foi interrompida apenas em 1991, pela Nigéria, em 1996, pela Côte d'Ivoire, e em 2014, pela Tunísia.

A recente conquista da Taça das Nações, em Brazzaville, foi espectacular. A final com o Senegal começou atípica. Em 15 minutos de jogo, Angola perdia por 1-9, chegando ao intervalo em desvantagem de três golos (7-10).

Foi no reatamento que Bá, Azenaide Carlos, Cailo, Kassoma e companhia protagonizaram uma das mais emocionantes vitórias na fase final de um CAN, com triunfo de 19-14. Na etapa final marcaram 12 golos, contra apenas 4 das adversárias.

A Pivô Albertina Cassoma foi eleita a MVP do CAN e integrou o sete ideal, do qual fazem, também, parte a capitã Isabel Guialo e a sub-capitã Azenaide Carlos.

Ainda no sector feminino, o Petro de Luanda conquistou o Campeonato Nacional, a Supertaça Francisco de Almeida e a Taça dos Clubes vencedores das Taças, enquanto o 1º de Agosto venceu a Taça dos Clubes Campeões Africanos, o Campeonato Provincial de Luanda e a Taça de Angola.

Na classe masculina, o ano fica marcado pela ausência nas competições africanas do 1º de Agosto e Interclube, alegadamente por questões financeiras.

A diplomacia também funcionou neste ano de 2018. A Federação Angolana foi distinguida como a melhor de África, pela Federação Internacional, durante o seu Congresso, realizado na Tunísia.

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