A França, nova campeã europeia de andebol, estava "farta de ser segunda, terceira ou mesmo quarta", disse hoje, após a final de Colónia, Nedim Remili, escolhido como melhor jogador do torneio (‘MVP’).

Remili, decisivo nos jogos da meia-final e final, reforçou que os franceses atravessaram o Reno "para ganhar", mantendo o espírito para os Jogos Olímpicos, que Paris vai organizar no verão.

"É mágico ganhar este Euro, uma competição que já não vencíamos há 1o anos", assumia com júbilo Ludovic Fàbregas.

"Estivemos muito tempo atrás no marcador, mas nunca descolámos, soubemos aguentar e mostrar mentalidade, forçar o prolongamento. Assumimos a nossa responsabilidade, foi uma vitória da equipa", acrescentou.

Quanto a Samir Bellahcene, de regresso à equipa após um ano, diz que "é um momento para recordar toda a vida": "Sinto alegria por tudo o que se passou desde há seis meses, é uma recompensa e espero que haja outras".

A França venceu hoje o Europeu de andebol, conquistando um título que lhe escapava há 10 anos, com um triunfo, por 33-31, frente à tricampeã mundial Dinamarca, após prolongamento.

Numa reedição da final do último Mundial, os campeões olímpicos conseguiram a ‘desforra’, depois de terem chegado empatados ao intervalo (14-14), ao final do tempo regulamentar (27-27) e ainda ao final da primeira parte do prolongamento (29-29).

Também muito feliz estava o selecionador nacional francês, Guillaume Gille.

"Foi enorme o que se passou aqui, foi um combate de loucos, um combate de titãs. Encontrámos soluções quando estávamos dominados e encontrámos a luz neste prolongamento, que foi sufocante", admitiu.

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