Rui Silva, marcador do golo mais importante da história do andebol português, na última noite frente à França e que valeu a presença nos Jogos Olímpicos do próximo verão, falou aos jornalistas na chegada a Lisboa.

O jogador do FC Porto afirmou nem ter a noção do que lhe passou pela cabeça nos instantes imediatamente antes de marcar o golo da vitória lusa.

"É uma questão de segundos, nem eu tenho noção daquilo que me veio à cabeça naquele momento. Só o golo interessava. (...) Agora é usufruir e vamos a Tóquio", disse.

No braço que atirou a bola para o golo da vitória, Rui Silva tem tatuada uma homenagem a Alfredo Quintana, um colega que estará para sempre com quer consigo, quer com a restante seleção nacional.

"Foi um sentimento muito especial, quando decidi fazer a tatuagem foi também para sentir que ele está sempre comigo, sempre aqui no meu braço e que todos os golos que pudesse marcar, tudo o que pudesse fazer dentro de campo, ele estaria comigo e ontem esteve comigo. É muito difícil, mas temos de continuar e leva-lo sempre connosco", afirmou.

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