O lendário basquetebolista norte-americano Michael Jordan anunciou esta sexta-feira que vai fazer uma doação de 100 milhões de dólares (aproximadamente 88 milhões de euros) para combater o racismo. O valor será pago até 2030 e tem como objetivo contribuir para a equidade racial, justiça social e melhor acesso à educação. A verba será, em parte, também disponibilizada pela marca Jordan Brand.

“Michael Jordan e a marca Jordan vão doar 100 milhões de dólares ao longo dos próximos 10 anos para organizações dedicadas a garantir a igualdade racial, justiça social e melhor acesso à educação”, explicita um comunicado divulgado

No mesmo comunicado, publicado nas redes sociais, a marca do antigo jogador dos Chicago Bulls refere que luta diariamente contra a discriminação nas comunidades em todo o mundo e que trabalha também para erradicar o racismo da sociedade. "Estamos em 2020 e, por muito que as coisas tenham mudado, o pior continua igual. 'Black Lives Matter' (As vidas dos negros importam). É uma frase que não deveria gerar controvérsia", sublinha o comunicado.

O anúncio surge depois de inúmeras outras personalidades do desporto mundial terem também marcado já posição face à forma como George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu a 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.

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