O atual treinador da seleção angolana de basquetebol, o espanhol Moncho López, chegou a ser contactado pelo Egipto, há dois anos, para orientar os atuais vice-campeões, um compromisso que por diferentes circunstâncias não se efetivou, afirmou o próprio.

Em declarações à Angop, sábado, em Luanda, o técnico revelou ter recebido ao longo dos seis anos que trabalha em Portugal convites das seleções do Egito, Hungria e Jordânia, mas por motivos vários, que preferiu não precisar, as coisas ficaram-se pela intenção, embora estivesse em alguns casos próximo de um acordo.

"Tive convites de outras seleções europeias, do continente africano e da Ásia. O Egito (há dois anos), a Jordânia e a Hungria (anteriormente) são alguns dos países que falaram comigo. Houve interesse deles, em algum caso chegámos a estar muito próximos de um acordo, mas por diferentes circunstâncias eu não me comprometi", sublinhou.

Instado sobre se a posição de não assumir essas equipas teve a ver com o desejo de orientar Angola, que diz nutrir há algum tempo, Moncho Lopez disse não haver ligação entre os assuntos, pois ocorreram em períodos bastantes diferentes.

O treinador pareceu lacónico, sendo que no decurso da conversa ao se referir a sua vinda ao país rematou: É uma ambição que tive. O facto de falar português pode-me abrir outros mercados, como foi o caso, neste momento, da seleção angolana. López considerou ser melhor o selecionador comunicar-se no mesmo idioma que os atletas.

"Gosto muito desta seleção. Há uma série de atletas aqui com quem eu realmente quero trabalhar, sentir essa satisfação. Era muito importante partilhar com eles a experiência de trabalho e não hesitei nem um segundo", assegurou o técnico a quem foi confiada a missão de revalidar o troféu africano e apurar o país para as olimpíadas de 2016.

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