O ciclista britânico Mark Cavendish (Omega Pharma-Quickstep) reconheceu hoje que a queda no final da primeira etapa da Volta a França foi culpa sua, mas não adiantou se vai ou não abandonar a prova.

“Foi culpa minha, procurei um espaço que não existia”, disse Cavendish, que sonhava vestir-se de amarelo hoje em Harrogate, cidade onde a sua mãe viveu durante muitos anos e onde costumava passar férias.

O ciclista da ilha de Man pediu ainda desculpa ao australiano Simon Gerrans (Orica-GreenEdge), ciclista que arrastou na sua queda.

“Queria ganhar, sentia-me forte e em boa posição para disputar o `sprint´, depois de um trabalho incrível da minha equipa. Lamento por todos os fãs que vieram apoiar-me”, frisou o corredor da Omega Pharma-Quickstep.

A queda provocou-lhe uma deslocação da clavícula direita, mas não uma fratura, de acordo com o comunicado do médico oficial da Volta a França.

“Cav” caiu a poucos metros da meta e cruzou a linha com o braço imobilizado, depois de ter permanecido vários minutos no chão, com dores.

A Omega Pharma-Quickstep anunciou que tomará uma decisão sobre a continuidade do britânico na prova na manhã de domingo, antes do arranque para a segunda etapa, que liga York a Sheffield.

A 101.ª Volta a França, que arrancou hoje em Leeds e termina a 27 de julho em Paris, é liderada pelo alemão Marcel Kittel (Giant-Shimano), que venceu a primeira etapa.

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