Quatro anos depois, Angola volta a defrontar a Líbia no Campeonato Africano das Nações em futebol de salão, sendo o segundo confronto do histórico, sexta-feira (dia 7), para a disputa do terceiro lugar da prova que decorre no Reino de Marrocos.

Em jogo está a qualificação para o próximo mundial da categoria, a realizar-se ainda este ano na Lituânia, motivo mais do que suficiente para elevar a motivação da selecção angolana nesta árdua tarefa de redimir-se da derrota (2-4) sofrida no CAN de 2016, na África do Sul.

Em Joanesburgo, os angolanos, perdiam ao intervalo por 0-3, reagiram apenas na parte final do desafio, mas foram incapazes de evitar o terceiro desaire consecutivo, que ditou a sua eliminação ainda na fase de grupos. Angola havia perdido já diante do Marrocos (2-5) e do Egipto (2-4).

Na presente edição, angolanos e líbios têm quase a mesma trajectória, sendo que após vitória na jornada inaugural perderam o desafio seguinte.

O conjunto nacional, orientado tecnicamente por Benvindo Inácio, ganhou o terceiro encontro, mas daí adiante não conheceu o sabor da vitória, tendo perdido nas meias-finais para os donos da casa, por 0-3, à semelhança dos líbios, que foram superados na outra meia-final pelo Egipto, por 2-5.

Quanto à decisão do título, Egipto e Marrocos reeditam a final da edição passada, na África do Sul, ganha pelos marroquinos, por 3-2.

Os três primeiros classificados representam o continente africano no mundial da Lituânia.

Em três participações, a selecção nacional acumula 11 jogos, sendo um empate, seis vitórias e quatro derrotas. Marcou 50 golos e sofreu 44. O maior triunfo até agora conseguido foi na edição de 2018 frente a África do Sul, por 8-4, ao passo que a maior derrota aconteceu diante da Zâmbia, coincidentemente, por 4-8.

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