Portugal venceu a Sérvia por 2-1, em encontro disputado, esta terça-feira, no Pavilhão Multiusos de Odivelas, repetiu o resultado da primeira mão e garantiu a presença no Mundial de futsal da Colômbia em setembro. Os golos portugueses foram apontados por Cardinal (24') e Tiago Brito (31'). Para a Sérvia marcou Ristic (26').

A seleção portuguesa partiu para este jogo com a vontade de ser Portugal, de mostrar que a obrigação de estar num Mundial se traduziria dentro da quadra.

Não foi por isso de estranhar que desde cedo a seleção procurasse o golo na primeira parte, perante uma Sérvia que jogava mais recuada e apostava nas transições rápidas para alterar o resultado negativo da primeira mão em Belgrado (2-1). Logo no primeiro minuto, Cardinal levou o guarda-redes Aksentijevic ao chão para a primeira defesa da partida. Depois foi Ricardinho ao lado e Arnaldo, por duas vezes, também a falhar o alvo. Os remates sucediam-se, mas o golo não aparecia. Até a barra aos 10 minutos negou a melhor oportunidade desta etapa inicial protagonizada por Ricardinho.

A Sérvia demorou esse tempo par sinais de vida, mas quando o fez, Rajcevic assustou Vítor Hugo, que fez a sua primeira intervenção na partida.

Nada que manchasse o domínio luso, que só pecava na hora de finalizar.

Os golos que não surgiram na primeira parte, apareceram logo a abrir a segunda metade da partida. Arnaldo atirou para defesa difícil de Aksentijevic e, no seguimento da jogada, Bruno Coelho tocou para Cardinal que fez o primeiro do jogo (24’).

O jogo abria-se, desmontavam-se os esquemas táticos, e a Sérvia chegaria ao empate dois minutos depois. Transição rápida com Peric a isolar Ristic e este a não falhar.

O encontro começava a dividir-se em oportunidades, e Portugal passava por algum aperto. Mas voltou a concentração e voltaram os golos. Aos 31 minutos, Tiago Brito deu uma vantagem importante a Portugal. O ala iludiu a marcação de Kozic, passando-lhe nas costas, e descobriu o lugar certo para receber o passe de Cardinal e fazer o golo. A partir daí, Portugal voltou a ser dono e senhor do jogo, o que levou os sérvios a cometer erros. Aos 33 minutos já tinham cinco faltas acumuladas.

A sete minutos do fim, a equipa de Kovacevic passou a optar pelo cinco para quatro, como forma de empurrar Portugal lá para trás. A Sérvia passou obviamente a ter mais passe de bola, a assustar mais vezes Vítor Hugo, mas foi a seleção de Jorge Braz que até esteve mais perto de marcar. Vítor Hugo atirou ao poste, de baliza a baliza, e houve ainda dois livres de dez metros falhados por Ricardinho e Cardinal.

Pelo meio, a Sérvia teve de jogar dois minutos com menos um jogador por expulsão de Rajcevic. E durante esse tempo coube a Aksentijevic garantir que nenhuma bola entrasse.

A vitória por 2-1 garante Portugal no Mundial da Colômbia em setembro, até porque os jogadores sempre foram dizendo ao longo da semana o que hoje comprovariam: não imaginavam uma competição destas sem Portugal.

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