Onze donos de equipas do campeonato norte-americano de futebol americano (NFL) reuniram-se hoje com representantes dos jogadores para discutir os protestos políticos que têm envolvido o hino dos Estados Unidos antes dos jogos.

Vários jogadores da NFL se têm ajoelhado durante o hino norte-americano em protesto contra a violência policial e desigualdade social e racial no país.

“Os donos e os representantes dos jogadores tiveram uma reunião produtiva, focada no trabalho conjunto para promover mudanças sociais e agir sobre a desigualdade nas nossas comunidades”, explicaram os representantes no final do encontro.

A reunião durou cerca de quatro horas e foi liderada pelo dono da NFL, Roger Goodell, e não produziu qualquer ação conjunta, mas concordância na “necessidade de trabalho conjunto” e a garantia de que “toda a gente que é parte da família NFL tem todo o respeito pelo país, pela bandeira, pelo hino e pelo exército”.

A iniciativa de ajoelhar ou sentar durante o hino partiu de Colin Kaepernick, então nos San Francisco 49ers e agora sem clube, e tem sido criticada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pediu aos adeptos para deixarem de comparecer em jogos onde o protesto aconteça.

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