O Rali do México será dado como terminado um dia mais cedo de forma a que pilotos, membros de equipas e adeptos estrangeiros possam evitar o encerramento de aeroportos previsto para diversos países como forma de combater a Covid-19.

Patrick Suberville, diretor desta terceira prova do Campeonato do Mundo, anunciou a decisão esta noite após o acordo das equipas.

"Esta decisão é tomada pelo cancelamento de voos noutros países, porque os membros de algumas equipas têm medo de ficar mais tempo no México sem saber se poderão regressar aos seus países", explicou.

Desta forma, a prova será dada como concluída após o Setor Seletivo (SS) 21, uma super-especial em León, ficando sem efeito os últimos três troços previstos para domingo.

"Não há nenhuma emergência no México. A decisão é tomada apenas como apoio às pessoas que vêm do estrangeiro", frisou.

Diversos países estão a começar a encerrar as suas fronteiras e aeroportos. Nos Estados Unidos, ponto de ligação para muitos voos rumo à Europa, o encerramento foi decretado a partir de segunda-feira à noite.

Uma vez que hoje estarão cumpridos mais de 75% dos quilómetros totais da prova, será atribuída a pontuação integral.

Após 17 especiais disputadas, o francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris) lidera a prova com 28 segundos de vantagem sobre o finlandês Teemu Suninen (Ford Fiesta).

Este era o único evento da alçada da Federação Internacional do Automóvel que ainda não tinha sido cancelado.

O novo coronavírus responsável pela pandemia de Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 5.700 mortos em todo o mundo.

O número de infetados ultrapassou as 151 mil pessoas, com casos registados em 137 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 169 casos confirmados.

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