O tenista português João Sousa disse hoje que é um privilégio jogar com Roger Federer, sublinhando que não é preciso descrever um jogador como o suíço, seu adversário na quinta-feira, na segunda ronda do torneio Masters 1000 de Roma.

“Não é preciso descrever este jogador. Vai ser mais um encontro muito difícil para mim, vou dar o meu melhor, tentar jogar a um grande nível, como fiz na primeira ronda. No final fazemos contas, mas é um privilégio defrontá-lo. Já joguei com ele uma vez e, como muitos sabem, foi um ídolo de criança, mas vamos com tudo para tentar vencer”, afirmou o número um português, que perdeu o único embate o suíço, nos oitavos de final em Halle, na Alemanha, em 2016.

João Sousa falava num dia em que a chuva forçou o adiamento de todos os encontros previstos no Foro Italico, incluindo o seu com o número três do 'ranking' mundial, recordista de títulos do ‘grand slam’ (20).

“Foi um dia complicado, longo, de espera. Infelizmente, a chuva não nos deixou jogar. Foi um dia longo no clube, 10 horas no clube. Ao final da tarde, quando cancelaram os encontros, aproveitei para suar um bocado, para não estar parado o dia todo, e preparar da melhor maneira o encontro com Federer”, disse o vimaranense.

João Sousa, 72.º da tabela ATP, chegou à segunda ronda ao derrotar na terça-feira o norte-americano Frances Tiafoe (34.º), por 6-3, 6-7 (3-7) e 7-6 (7-4).

O encontro com Federer disputa-se no court central, depois daquele que opõe a japonesa Naomi Osaka e eslovaca Dominika Cibulkova a partir das 10:00 locais (09:00 em Lisboa).

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