A Ferrari lançou duras críticas ao comportamento da FIA aquando da fase final do Grande Prémio de Itália do passado domingo.

O final da corrida no circuito italiano foi marcada pela entrada do 'safety car' em pista a seis voltas do final, isto devido ao McLaren de Daniel Ricciardo ter ficado imobilizado na pista.

Assim a prova segui até final com o 'safety car' à frente do pelotão, impossibilitando assim qualquer ultrapassagem ou alteração na classificação, permitindo a Max Verstappen vencer a prova.

Perante este cenário, e numa altura em que Charles Leclerc se preparava para atacar o primeiro lugar do piloto neerlandês, Mattia Binotto, responsável da Ferrari, criticou a decisão da organização da prova em manter o 'safety car' até ao fim.

"Hoje tínhamos todas as condições para reiniciar a corrida, não sei por que esperaram tanto tempo", disse Binotto à Sky Italia.

Numa conferência de imprensa posterior, o engenheiro da formação transalpina reforçou o ataque à organização.

"A FIA foi apanhada a dormir, talvez ainda não estejam preparados para lidar com estas situações. Não penso que seja necessário mudar as regras. As regras foram discutidas, especialmente depois de Abu Dhabi, no ano passado", afirmou o italiano.

O caso de Abu Dhabi a que Binotto se refere ocorreu no final da época passada. Aí, e perante uma situação semelhante, o diretor de corrida Michael Masi permitiu ultrapassagens aos carros entre Lewis Hamilton e Max Verstappen, para que fosse possível uma última volta de corrida.

Aí Verstappen foi mais forte, ultrapassou Hamilton, e sagrou-se campeão do mundo.

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