O português Miguel Oliveira vai manter o número ‘88’ em 2024, de acordo com a lista hoje divulgada de pilotos admitidos ao próximo Mundial de MotoGP, embora ainda se desconheça a equipa que vai fazer alinhar o luso.

De resto, o italiano Francesco Bagnaia (Ducati), que domingo se sagrou bicampeão mundial, mantém o número ‘1’ na sua mota.

Nota para as mudanças do espanhol Marc Márquez para a Gresini Ducati, do italo-brasileiro Franco Morbidelli da Yamaha para a Prima Pramac Ducati, fazendo companhia ao espanhol Jorge Martin, vice-campeão do mundo, ou do italiano Luca Marini da VR46 para a Honda oficial, sendo substituído pelo compatriota Fabio DiGiannantonio. O espanhol Alex Rins ‘salta’ da LCR Honda (que recebe o francês Johann Zarco) para a Yamaha oficial.

A DORNA divulgou hoje também alterações aos regulamentos, de forma a permitir concessões de evoluções à Yamaha e à Honda, os dois construtores japoneses que se viram suplantados pela Ducati.

Após acordo com os cinco construtores, as equipas serão divididas em quatro grupos (A, B, C e D), podendo passar de uns para os outros em duas ‘janelas’ distintas, mediante critérios mais complexos do que apenas as vitórias ou pódios, como até agora.

As novas concessões, que entram em vigor de forma imediata já nos testes que arrancam terça-feira, afetam os dias de testes permitidos, o número de convidados ao longo de uma época (‘wild cards’), o número de motores, as especificações dos propulsores, atualizações aerodinâmicas ou o número de pneumáticos permitidos durante os testes.

Uma marca inserida na categoria A terá de ter conseguido pelo menos 85% do máximo de pontos possível no Mundial de Construtores. Dispõe de 170 pneus de testes, poderá realizar testes em apenas três circuitos de grandes prémios e com pilotos de desenvolvimento (não titulares), não terá ‘wild cards’ e dispõe de um máximo de oito motores e uma única atualização aerodinâmica por ano.

Para as B, a percentagem de pontos deve ser entre 60% e 85%, enquanto para as C situa-se entre os 35% e os 60%. A D será inferior a 35%.

As categorias B e C estão sujeitas ao mesmo número de testes, número de motores, desenvolvimento e atualizações aerodinâmicas que as A, mas poderão ter três e seis ‘wild cards’, respetivamente, bem como 190 a 220 pneus em testes.

Já a categoria D dispõe de 260 pneus de testes, que pode realizar em qualquer circuito de Grande Prémio, seis convidados, um máximo de 10 motores que se podem desenvolver livremente ao longo da temporada, duas atualizações aerodinâmicas por ano e podem fazer os testes com os pilotos oficiais.

Para já, a Ducati ficou na categoria A, a KTM e a Aprilia na C e a Honda e Yamaha na D.

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