Mogadouro quer tornar-se na capital ibérica de drag racing, aproveitando as condições para a prática destas corridas de automobilismo de aceleração, que vai ter o campeonato de Portugal na vila transmontana, revelou hoje a organização.

“Mogadouro tem uma grande vantagem competitiva porque está perto de Espanha e nós temos aqui a possibilidade de criar, ao longo do tempo, o principal centro para a prática de drag race a nível nacional e até ibérico, e atrair público a esta região”, disse à Lusa o diretor da prova, Pedro Costa.

Drag racing é uma disciplina de automobilismo que coloca em competição dois carros, em linha reta, cujo campeonato nacional vai ser disputado pela primeira vez em Mogadouro, no aeródromo municipal, nos próximos dias 18 e 19, quando são esperados cerca de 120 pilotos, entre portugueses e espanhóis.

“O Aeródromo Municipal de Mogadouro foi o palco escolhido para esta prova, porque a modalidade exige que seja um espaço retilíneo e com segurança para público e pilotos. Os acessos à pista também são bons. O evento é um tributo e um espaço para todos aqueles que gostam de automóveis, originais ou modificados”, afirmou Pedro Costa.

O diretor da prova realçou a oportunidade de Mogadouro "ficar na história", por coroar os primeiros campeões das drag races - regulamentadas em 2019, tendo, no mesmo ano, sido criado um campeonato experimental [Open de Portugal de drag racing] -, por se tratar do "primeiro campeonato federado desta modalidade”, cujo campeonato terá uma prova extra, para os não federados, o "Mogadouro em Movimento".

De acordo com a vereadora do município de Mogadouro Márcia Barros, a vila cumpre todas as condições necessárias para acolher a competição, “de forma irrepreensível”.

“Este evento pretende criar uma dinâmica distinta, com envergaduras e logística consideráveis, de cariz ibérico, contabilizando amadores e profissionais e as suas equipas técnicas, tratando-se de uma atividade muito específica, recreativa e desportiva. A nível federado atrai visitantes cujo gosto por esta atividade motorizada os fazem percorrer longas distâncias”, frisou Márcia Barros.

Segundo a autarca, “como o próprio nome indica, trata-se não só de um festival na primeira aceção da palavra (pela movimentação de pessoas, pelo convívio e pela música ao vivo), mas também de um festival de motores, aliando as duas vertentes num espetáculo desportivo”.

Márcia Barros é igualmente da opinião de que, “em termos da dinâmica turística da vila, este primeiro evento poderá funcionar como angariador de um novo público, aliciando-o a visitar-nos para lá destas datas”.

Além das competições, os visitantes vão contar com música, animação e campismo gratuito.

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