O atual presidente do FC Porto deu uma entrevista onde falou sobre vários assuntos relacionados com o clube portista, bem como Pinto da Costa e Sérgio Conceição.
Os 12 arguidos da Operação Pretoriano, entre os quais o antigo líder dos Super Dragões Fernando Madureira, começaram na segunda-feira a responder por 31 crimes no Tribunal de São João Novo, no Porto, sob forte aparato policial nas imediações.
Os adeptos não podiam chegar perto do tribunal ainda assim alguns acompanharam bem de perto a chegada dos principais interveniente do julgamento. No terceiro dia, o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, esteve presente para apresentar a sua versão dos factos.
Já as cinco testemunhas que deviam ter sido hoje ouvidas foram reagendadas para segunda-feira, dia da quarta sessão do julgamento, porque a audição de oito dos 12 arguidos – quatro optaram pelo silêncio — demorou dois dias, um além do previsto.
O presidente do FC Porto quer aumentar o número de taças em exposição no Museu dos dragões e admitiu a criação de um lugar para colocar este troféu em caso de conquista.
O antigo presidente dos dragões decidiu reagir ao que considera ataques que visam "denegrir o caráter, o trabalho e o legado de quem dedicou longos anos ao serviço do clube".
Segundo a acusação, os suspeitos combinaram entre si na madrugada de 22 de novembro de 2023 de se apropriarem “do máximo” de objetos e dinheiro que conseguissem e vandalizar carros e lojas comerciais na cidade do Porto.
O presidente dos dragões está a procurar o sucessor de Vítor Bruno no comando técnico do FC Porto. No entanto, há treinadores que já foram excluídos por Villas-Boas.
André Villas-Boas demitiu Vítor Bruno ao fim de apenas seis meses como treinador principal do FC Porto. Olhamos para outras chicotadas psicológicas nos dragões, no tempo em que Jorge Nuno Pinto da Costa foi o presidente.
O atual presidente portista lembrou a "singularidade" com que o Pedroto transmitia a sua mensagem, destacando a capacidade de transformar esse "dom da palavra" numa mentalidade batalhadora incutida nos seus jogadores, que, por sua vez, se traduzia em vitórias.
Em caso de jogos interrompidos ou adiados por causa fortuita ou de força maior, o artigo 46.º do regulamento de competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) prevê que os mesmos sejam realizados ou completados no mesmo estádio nas 30 horas seguintes.
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