Pierro Webo recordou o episódio vivido com o quarto árbitro do encontro frente ao PSG, que levou a que o encontro fosse interrompido devido a um alegado comentário racista.

'À France Football', o adjunto do Basaksehir recordou o episódio num dia "marcante", revelando que as pressões da UEFA para o encontro ser jogado no dia seguinte.

"Vai ficar para sempre, e não só para mim mas para todos. O jogo parou (...). Árbitros, jogadores, espectadores que em algumas ocasiões têm este comportamento, todos sabem que agora está em perigo a continuidade do jogo. Em qualquer momento podemos para-lo, vai ficar marcado para sempre", começou por dizer.

O técnico disse ainda que espera que sejam aplicadas sanções exemplares. "Quero que se apliquem sanções, porque é a primeira vez. Devem tomar-se sanções muito fortes, caso contrário vai continuar a repetir-se e ninguém se vai recordar do que se passou".

Sobre a pressão para retomar o jogo disse: "Houve uma grande pressão da UEFA no balneário. Vieram ver alguns jogadores e dizer que tínhamos de retomar a partida, caso contrário não havia tempo para voltar a jogar, com os horários apertados e a pandemia."

“O negro está ali, vai lá ver quem é. O negro que está ali, não pode agir desta forma”, terá dito Coltescu ao árbitro principal, referindo-se a Pierre Webó, o antigo futebolista internacional camaronês e agora adjunto do Besaksehir.

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