Cada treinador tem a sua identidade, mas também uma bagagem de aprendizagens que molda o percurso. No caso de Renato Paiva, essa influência veio de diferentes nomes, estilos e momentos da sua carreira. Do futsal ao futebol de formação, das bancadas da Luz a experiências internacionais, o atual treinador do Botafogo recorda, em entrevista exclusiva ao SAPO desporto, as referências que o ajudaram a construir a sua filosofia de jogo.

"Vários. José Mourinho... desde que entrei para o Benfica, em 2004, vi a pré-época de vários treinadores como Trapattoni, Camacho, Fernando Santos, Koeman, Quique Flores, Jorge Jesus. Carlos Carvalhal abre-me as portas no Vitória de Setúbal quando eu estava no futsal, foi muito importante. Luís Castro, mesmo como adversário quando eu estava no Benfica e ele no FC Porto”, revela.

Mas o conhecimento não ficou por aqui. Saindo de Portugal, Renato Paiva procurou absorver ideias de alguns dos treinadores mais conceituados do futebol mundial. "Saí do país, fui ver Guardiola, Sampaoli, Simeone. Vi muita gente e com todos aprendi muito", acrescenta.

Esta diversidade de influências reflete-se na abordagem do técnico, que privilegia um futebol ofensivo, de posse, mas sem descurar a competitividade e a agressividade defensiva. Agora, no comando do Botafogo, Renato Paiva procura aplicar essa experiência acumulada para marcar a sua posição no futebol brasileiro.

Leia a entrevista completa com Renato Paiva e descubra a sua visão sobre o campeonato brasileiro e o português, o novo desafio no Botafogo e os objetivos que vai tentar alcançar.