O Sagrada Esperança é o segundo representante angolano indicado para disputar a Taça da Confederação Africana em futebol, beneficiando da desistência do Interclube, já comunicada por carta dirigida ao Conselho Técnico Desportivo, alegadamente por razões financeiras.

Segundo um comunicado da Federação Angolana de Futebol, a desistência dos “polícias”deixou os "lundas" sem oposição para o sorteio que devia indicar, entre as duas equipas, quem iria representar o país na segunda maior competição continental de clubes.

Na presente época, o Sagrada Esperança chegou até às meias-finais na Taça de Angola e estava a um passo da final, em caso de vitória ou empate diante do Interclube, na segunda-mão das meias-finais, depois de o derrotar na primeira-mão por 3-1.

A formação campeã nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999) já participou em três ocasiões na Taça da Confederação, em 1992 (eliminada na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

A equipa da Lunda Norte evoluiu, também, por duas vezes, na Liga dos Campeões, designadamente, em 2005 (primeira fase) e 2006 (fase preliminar).

O FC Bravos do Maquis, terceiro classificado do anulado Campeonato Nacional “Girabola2019/20”, devido à covid-19, é a outra represente nacional ao evento, também designado por Taça “Nelson Mandela”.

Já para as eliminatórias da Liga dos Campeões participarão o Petro de Luanda e o 1º de Agosto, que à data da interrupção definitiva do nacional da primeira divisão ocupavam, respectivamente, o primeiro e segundo lugares.

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