O Manchester City colocou-se numa posição muito favorável para marcar presença na final da Liga dos Campeões de futebol, após vencer, com reviravolta, o Paris Saint-Germain (2-1), no encontro da primeira mão da meia-final.

No Parque dos Príncipes, em Paris, os ‘citizens’, com Rúben Dias, João Cancelo e Bernardo Silva de início, mostraram-se inicialmente apáticos e até irreconhecíveis, sem o ímpeto ofensivo que caracteriza a equipa inglesa, apesar de até terem conseguido o domínio do jogo mas no segundo tempo mudaram e conseguiram a reviravolta.

No final do encontro, Pep Guardiola, treinador da equipa inglesa, explicou o que disse aos seus jogadores ao intervalo.

"Começámos bem nos primeiros minutos, mas depois sofremos um golo. Na primeira parte, não jogámos da forma que temos de jogar nesta competição. Mas não é fácil jogar frente ao PSG, perdíamos muito a bola e depois o Neymar, o Di María e o Mbappé ameaçavam-nos. Na segunda parte fomos mais agressivos, conseguimos dinamizar mais o jogo e vamos para Manchester com um resultado. Ao intervalo não mudámos muito, mas disse aos jogadores: 'Joguem futebol, mostrem personalidade. Se perdermos perdemos, mas temos de ser nós mesmos'" disse Guardiola à 'RMC Sport'.

Para o jogo da segunda-volta, o treinador do Manchester City espera um PSG diferente: "Talvez eles inovem, mas queremos jogar com a nossa personalidade para chegar à final. É a coisa certa a fazer", atirou.

Já Mauricio Pochettino, técnico do PSG, lamentou os dois erros que deram origem aos dois golos do adversário.

"Os dois golos são dececionantes. É difícil de aceitar, mas podem acontecer e aconteceram numa meia-final. É muito doloroso. É difícil de explicar porque é que eles foram melhores, mas nós fomos melhores na primeira parte. Foi difícil aguentar a condição física deles, foram mais agressivos. Não mostrámos a energia necessária. O cartão vermelho poderia ser amarelo, podia ser vermelho, foi uma ação", explicou Pochettino à 'BT Sport'.

O argentino que comanda os vice-campeões europeus admitiu que o City foi melhor.

"Foram duas partes distintas, nós estivemos melhores na primeira, mas é difícil de eliminar uma equipa como o Manchester City. Merecíamos estar na frente, mas eles foram melhores do que nós e dominaram a segunda parte. Os dois golos foram acidentais, mas eles criaram mais do que nós", analisou.

No dia 04 de maio, as duas equipas voltam a encontrar-se em Manchester, Inglaterra, na partida da segunda mão.

Na terça-feira, em Madrid, Real e Chelsea empataram 1-1, no jogo da primeira mão da outra meia-final, com Christian Pulisic, aos 14 minutos, a inaugurar o marcador para os ingleses, e Karim Benzema a repor a igualdade, aos 29.

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