O jogo é para cumprir calendário e as escolhas de Jorge Jesus não desmentiram esse facto. Entre os habituais titulares, apenas Di María e Coentrão resistiram, face aos castigos para o embate com os dragões. De resto, uma revolução.

Nem a vontade de mostrar serviço terá animado muito os jogadores, que nunca impuseram um ritmo de jogo muito elevado, contrastante com a dinâmica habitual exibida na Liga. A ausência de Pablo Aimar pesou muito no rendimento menor da equipa, pois Felipe Menezes esteve muito aquém das expectativas.

Ainda assim, Weldon podia ter inaugurado o marcador logo no primeiro minuto, mas foi pouco lesto a responder ao cruzamento de Fábio Coentrão, deixando o opositor cortar para canto. Aos 14’, surge a melhor ocasião da primeira parte: Nuno Gomes é carregado na área por Majstorovic, com o árbitro a assinalar grande penalidade. Na conversão, Felipe Menezes desperdiça a soberana oportunidade ao atirar ao poste.

Os encarnados abrandaram então o ritmo e concederam mais espaços ao AEK Atenas, que, todavia, também não se mostrou muito afoito nas suas incursões ofensivas. Afinal, os helénicos também já estão eliminados da competição.

Sem muitos motivos de interesse, o jogo arrastou-se até ao intervalo sem grandes lances de perigo. A excepção nasceu com o golo de Di María; o extremo argentino recolheu a bola perto da área dos gregos e descaído pelo flanco direito dispara cruzado, sem hipóteses para o guardião Saja.

Uma vantagem justa ao intervalo para o Benfica, sem precisar de pôr o pé no acelerador para ganhar a um AEK apagado.

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