O Manchester City aceitou esta sexta-feira a versão do futebolista argentino Carlos Tevez, segundo a qual «não se recusou a entrar em campo» para substituir um colega durante o jogo frente ao Bayern Munique, da Liga dos Campeões.

Segundo declarações de um familiar de Tevez à Associated Press (AP), este foi hoje ouvido no âmbito de um inquérito disciplinar que lhe foi movido pelo clube por se ter, alegadamente, recusado a retomar o aquecimento para substituir um colega de equipa no decorrer do jogo com a formação germânica.

O treinador do City, o italiano Roberto Mancini, acusou o jogador argentino de se ter recusado a deixar o banco durante a partida frente ao Bayern, que os alemães venceram em casa por 2-0, em setembro, e chegou mesmo a afirmar que este «não voltaria a vestir a camisola do clube».

No entanto, Tevez, que foi suspenso por duas semanas para ser alvo de um inquérito, alegou ter havido «um mal-entendido», sustentando a ideia de que «era desnecessário fazer o aquecimento» porque já o tinha feito antes.

«Eu já tinha aquecido e estava pronto para entrar», disse Tevez após o jogo, reafirmando que nunca recusou jogar.

Apesar do Manchester City nunca ter apresentado provas durante a audição ao jogador para suportar a acusação de Mancini, a verdade é que Tevez continua a incorrer numa punição por parte do clube.

No entanto, o jogador tem a prerrogativa de recorrer de uma eventual sanção para o conselho de administração do City e, caso este reitere o castigo, para um tribunal da “Premier League”.

O Manchester City adquiriu o passe de Carlos Tevez, de 27 anos, em 2009 ao rival Manchester United por 45 milhões de libras (74 milhões de euros), tendo as duas partes assinado um contrato válido por cinco anos.

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