O piloto Lewis Hamilton e a tenista Serena Williams associaram-se a um dos consórcios que estão na corrida para a compra do Chelsea, clube detido pelo russo Roman Abramovich.

De acordo com a 'Sky Sports', o britânico e a norte-americana associaram-se ao consórcio liderado pelo empresário Martin Broughton, antigo presidente do Liverpool, para a aquisição do emblema londrino. Hamilton e Serena irão investir 12 milhões cada.

"Podemos confirmar que Lewis se juntou à oferta de Sir Martin Broughton", disse um porta-voz de Hamilton, citado pela imprensa britânica.

Além do sete vezes campeão do Mundo de Fórmula 1 e da vencedora de 23 Grand Slams, Martin Broughton tem como parceiros o antigo atleta britânico Sebastian Coe, e ainda o dono da equipa da NBA Philadelphia 76'ers, que têm participações no Crystal Palace. A título de curiosidade, Lewis Hamilton é adepto do Arsenal e Serena Williams tem uma quota parte nos Los Angeles 'Angel City FC, equipa da liga feminina de futebol dos EUA.

O consórcio liderado pelo atual presidente da British Airways terá a concorrência de Steve Pagliuca, investidor norte-americano e proprietário da Atalanta, equipa italiana de futebol, e dos Boston Celtics, da NBA, assim como de Todd Boehly, proprietário da equiopa de basebol Los Angeles Dodgers.

Roman Abramovich, que também tem nacionalidade portuguesa, viu os seus ativos congelados e já mostrou intenção de vender o Chelsea, atualmente ‘amarrado’ pelas sanções aplicadas a oligarcas russos na sequência da investida militar da Rússia na Ucrânia.

Das sanções do governo britânico aplicadas ao dono do clube, Roman Abramovich, oligarca próximo de Vladimir Putin, presidente russo, resulta, entre outras medidas, que o Chelsea esteja impedido de vender bilhetes aos seus adeptos, para que o russo não possa gerar receitas através deste expediente.

O Chelsea está impedido de vender bilhetes para jogos e negociar jogadores, enquanto o processo de venda foi suspenso por causa das sanções impostas a Roman Abramovich.

Segundo o governo britânico, até ao momento, os adeptos do Chelsea têm revelado um comportamento “totalmente inapropriado”, uma vez que estão a usar o minuto de apoio à Ucrânia, decretado antes do início dos jogos de futebol, para gritar pelo nome do seu presidente.

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