Em declarações à Agência Lusa, Nuno Mateus referiu que daquilo que sabia a Naval não devia nada ao agora futebolista do Trofense, mas mesmo que esse cenário se verificasse isso não iria colocar em risco a presença da equipa na Liga.

Nuno Mateus criticou o jogador em relação a um desconhecimento dos pressupostos financeiros de candidatura, que no seu ponto 8.1 definem que deverá haver inexistência de dívida salarial até 24 de Maio de 2009 (data da última jornada).

Segundo o advogado o mês de Maio "vence-se até 05 de Junho e por isso não está ao abrigo dos pressupostos. Em qualquer emprego o vencimento é pago até ao início do mês seguinte".

Desta forma o advogado da Naval 1.º Maio considera um "disparate" a posição do jogador e acrescentou que embora não tenha a certeza da situação salarial do futebolista pensa que a mesma esteja liquidada.

"Não é relevante em termos de pressupostos de candidatura, não tem nada a ver. O que o jogador diz é infundado com os próprios pressupostos, não bate a bota com a perdigota e não é juridicamente aceitável", acrescentou.

O jogador, actualmente no Trofense, da Liga de Honra, revelou ter entregue um processo na Liga Portuguesa de Futebol Profissional contra a Naval 1.º de Maio, por incumprimento salarial.

Igor garantiu não ter tido qualquer "pedido" por parte do Trofense, clube que, numa situação de incumprimento da Naval, poderia vir a beneficiar, com um regresso à Liga principal caso houvesse ilícito da parte dos figueirenses.

"Claro que gostava mais de jogar na Liga. Claro que agradaria a qualquer jogador estar no escalão principal do futebol. Mas não foi a pensar nisso que decidi colocar o processo à Naval. A decisão foi própria e estou a ser representado por um advogado pessoal, sem qualquer ligação a clubes", disse ainda o futebolista.

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