O presidente do Nacional da Madeira, Rui Alves, voltou mais uma vez a mostrar-se muito crítico em relação ao alargamento da Liga, uma decisão que diz vir de «uma democracia albanesa».

«É um contraciclo. Não se resolvem questões fundamentais para o futebol e andamos aqui a brincar aos alargamentos, ainda por cima alterando as regras a meio, e em que subsiste o problema da verdade desportiva, com liguilha ou sem liguilha. O país não esta em condições de suportar alargamento», disse no final da reunião que teve lugar na sede da Liga de Clubes, no Porto.

Para Rui Alves, «não se devia andar a brincar aos caprichos eleitorais deste presidente [Mário Figueiredo]», referindo que foi uma decisão tomada por «uma democracia albanesa, um grupo fechado que decide o que vai ser o futuro do futebol, contra o próprio futebol».

Esta tarde, em Assembleia de clubes da I e II Ligas, à qual só faltou a Naval 1º de Maio, ficou aprovado o alargamento da Liga a 18 clubes e da II Liga a 22. A subida ao principal escalão vai ser feito através de liguilha, disputada entre os dois últimos classificados da Liga e o terceiro e quarto classificados da II Liga.

No entanto, o documento terá de ser ratificado pela Federação de futebol, em Assembleia Geral marcada para 13 de maio.

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