“Benfica, A História Oficial”, a primeira compilação completa sobre a história do clube da Luz, hoje apresentada em Lisboa, não esquece Jorge Jesus, o treinador que “trouxe luz e ânimo à família benfiquista”.

Na apresentação da obra, que decorreu no museu Cosme Damião, anexo ao estádio do Benfica, nem o vice-presidente do clube Rui Gomes da Silva – a quem coube as palavras introdutórias –, nem os restantes oradores da tarde referiram o nome de Jesus.

Mas 55 das 504 páginas da obra são dedicadas ao ex-técnico benfiquista, que recentemente protagonizou uma mediática transferência para o eterno rival dos encarnados, o Sporting.

“O desgosto encarnado teve um fim. Jesus assim o quis. Após um período negro, em que apenas Giovanni Trapattoni conseguiu quebrar o jejum de vitórias, em 2004/05, alcançando o primeiro lugar no campeonato nacional, Jorge Fernando Pinheiro de Jesus trouxe luz e ânimo à família benfiquista. Foi o segundo treinador, depois de Otto Glória, a iniciar a quinta temporada consecutiva no Benfica”, pode ler-se no capítulo “Jorge Jesus – Prometeu e cumpriu”.

Na obra, que terá apenas 500 exemplares e será vendida por 1750 euros o exemplar aos balcões do banco BPI, Jesus é descrito como o treinador “com mais vitórias (mais de duas centenas) no Clube”.

“’Comigo o Benfica vai jogar o dobro’. Jesus prometeu, Jesus cumpriu. A declaração entusiasmou os adeptos, por norma céticos na presença de um treinador português. Soou a um alerta, grito de guerra talvez. Guerra ao conformismo, guerra à inconstância, guerra ao desmazelo. ‘Claro que quero um Benfica campeão’. Mais claro? Claro que não”, refere o capítulo dedicado ao consulado do antigo técnico.

Com prefácio do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, cada exemplar da obra está numerado e contém 17 assinaturas reais de personalidades ligadas à história do SL Benfica (Jorge Jesus, Rui Costa, João Pinto, Luisão, Humberto Coelho, Toni, Nelson Évora ou Vanessa Fernandes, entre outros).

A volumosa obra (pesa 20 quilos) começa por descrever a fundação do clube ‘encarnado’ e o primeiro jogo, dedicando ainda capítulos ao emblema e equipamento ou ao associativismo.

Os primeiros campos, o Estádio da Luz, os presidentes são também retratados na obra, onde se pode ler a história ilustrada (por mais de mil fotografias, algumas inéditas) do “Benfica Europeu”, no clube nos “Anos 70” ou o “Futebol de Formação”.

O livro, encadernado a pele de carneiro e com um emblema do clube em estanho, dedica ainda capítulos aos jogadores do clube e às modalidades.

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