A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) justificou esta terça-feira o silêncio sobre o setor da arbitragem com o respeito institucional, atendendo que o Conselho de Arbitragem (CA) está sob a égide da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

“Não há nenhum silêncio estratégico, apenas respeito institucional”, frisou o diretor de comunicação da LPFP, António Barroso, em declarações à Lusa, na sequência das declarações do presidente do CA da FPF, acrescentando que o organismo “não comenta questões relacionadas com arbitragem”.

José Fontelas Gomes admitiu não compreender “as tomadas de posição e os silêncios estratégicos da Liga, que parece unicamente interessada em criar um clima bélico, empenhada em aumentar a suspeição sobre o setor da arbitragem”.

Questionado pela Lusa, o presidente do CA da FPF disse compreender “a posição dos árbitros face ao clima de suspeição existente no futebol profissional”, após a anunciada ausência dos juízes nos jogos da Taça da Liga em novembro e dezembro, por parte da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).

Fontelas Gomes reconheceu estar “a equacionar quais as medidas” que podem ser tomadas, “a breve prazo, para proteger os árbitros, a arbitragem e o futebol profissional”.

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